A rede varejista Wal-Mart anunciou a venda de um computador pessoal, incluindo o monitor, por 898 reais.
A máquina, um equipamento equipado com processador Celeron D315, HD de 80 GB, 256 MB de memória, monitor Samsung de 15 polegadas e sistema operacional Linux.
Um notebook da Positivo, o L21, também está sendo anunciado por 1.998 reais. Segundo o Wal-Mart, o preço é 30% mais barato que há um ano.
Ele é um equipamento que conta com Celeron M 360 de 1,4 GHz, disco rígido de 40 GB e memória de 256 MB. Ele também vem com o sistema operacional Linux.
O governo tem planos incentivar fabricantes que produzem notebooks abaixo de 2 mil reais.
De acordo com projeções da consultoria IT Data, o mercado brasileiro deve vender 8,9 milhões de computadores em 2006, 47% a mais que o ano passado.
As vendas de notebooks vão crescer 107%, com vendas de 650 mil unidades em 2006.
Revista elege os lançamentos do ano em tecnologia e ciência
Revista elege os lançamentos do ano em tecnologia e ciência
A revista Popular Science já escolheu os melhores produtos lançados em 2006. Entre os vencedores estão o leitor portátil de livros eletrônicos da Sony, o videogame Wii, da Nintendo, e até o laptop de US$ 100, que chegou ao Brasil para testes nesta segunda-feira. No total, são 10 categorias.
Também do segmento de tecnologia, a publicação escolheu o SkyScout, um "planetário pessoal" em formato de luneta eletrônica, e o Memory Spot, um diminuto chip que armazena e transmite dados e que pode ser grudado em livros e envelopes, por exemplo. O Bugatti Veyron 16.4 foi escolhido o melhor produto na categoria "automotiva".
Entre os produtos mais científicos, foram selecionados um misto de prego e parafuso capaz de dar mais resistência a construções em caso de ciclones e tempestades, um satélite "espião" e um projeto de criação de orgãos humanos em laboratório. O centro de natação que está sendo construido em Pequim (China), para os Jogos Olímpicos de 2008, foi escolhido a melhor obra de engenharia. Ele é todo formado de bolhas.
Para obter mais informações e conhecer os demais finalistas, visite o endereço abaixo:
Sabe aqueles dias em que você está casa, abatido, chateadoe sem vontade de cantar uma bela canção? Ora,não fique assim. Faça como esse bando de desocupados. Junte os amigos obesos e façam uma barra de Twix gigante. Não entendeu?Vamos aos ingredientes.
2 pacotes de bolacha Maizena 1 pacote grande de balas de caramelo 2 quilos de chocolate ao leite
Antes de tudo, você vai precisar de uma "forma" para o chocolate. pode ser, por exemplo, uma telha. Esqueçam "peixe na telha", o negócio agora é fazer chocolate. Agora cubra a "forma" com papel manteiga. Depois disso, é hora de colocar o pessoal para trabalhar.
Mande alguém abrir as balas. O mais preguiçoso pode triturar a bolacha no liquidificador.
Enquanto os caramelos são "descascados", as bolachas são moídas, e a "forma" já esta pronta, deixe alguém derretendo os chocolates em banho-maria. Não derreta todo o chocolate, apenas 1 quilo. Depois de derretido, é hora de jogar o chocolate na telha. Ou forma chame como você quiser.
Depois de espalhar quase todo o chocolate que você derreteu na telha, use uma colher e espalhe o doce pela forma. Depois disso, ache um lugar para o negócio no congelador. É importante que essa camada seja especialmente grossa, pois é ela que vai agüentar o caramelo quente.
Para derreter o caramelo, você usa o mesmo processo do chocolate. Depois de derretido, você retira do congelador a forma com o chocolate e taca o caramelo em cima.
Caramelo devidamente posto na telha, então vem a bolacha. Pra não complicar muito, apenas taque a bolacha sobre o caramelo, como na imagem abaixo.
Ok. Chocolate formado, caramelo colocado e a bolacha triturada. Agora só falta lacrar o doce. Derreta aquele chocolate que sobrou no mesmo esquema de banho-maria. Faça uns furos no recheio, para o chocolate fixar melhor. Comece preenchendo os furinhos, depois espalhe todo o chocolate.
Agora é só jogar a telha no congelador mais uma vez eesperar. Depois de uma hora o doce deve ficar pronto. Aí é só retirar do congelador, virar na mesa e retirar o papel manteiga. O resultado de todo o trabalho é esse:
Se alguma vez você já recebeu ameaças gratuitas de algum brutamontes orgulhoso dos próprios músculos, tente perdoá-lo talvez ele tenha alguns neurônios a menos. Altas doses de esteróides sexuais masculinos, como a testosterona, costumam ser consumidas por homens obcecados com o aumento da massa muscular. Além dos efeitos adversos já conhecidos, como atrofia dos testículos, comportamento mais agressivo e maior tendência ao suicídio, a testosterona estimula a morte neuronal, indica um estudo da Faculdade de Medicina de Yale. Os cientistas observaram que altos níveis desse hormônio, mesmo que por períodos curtos de seis a 12 horas deflagraram a morte celular, também chamada apoptose, em culturas de neurônios. O processo induzido por testosterona parece ocorrer por superativação das vias de sinalização intracelular que envolvem íons cálcio, segundo os cientistas.
Two renowned watch-makers Jean Francois Ruchonnet (the designer of TAG Heuer’s famous Monaco V4 Concept Watch ) and Vianney Halter have come together to create this exceptional timepiece titled Cabestan. The watch has a truly revolutionary design inspired from water and maritime activites and is totally innovative from its design point of view. The watch looks a bit complex and seems like it’s made only to be worn by tech-geeks but actually its construction is very particular. The mechanical design of the Cabestan, including its tourbillon, is totally transversal and every indication of hour, minute, seconds, and power reserve appear on the cylinders located at the four corners of the watch. The watch features the original mechanical movement, with manual winding, a fusee and a tourbillon and is also water-resistant to 30 metres.
The watch is available in a limited edition of 135 pieces for a price of $220,000 and will be available from end of 2006 up to the beginning of 2008. The limited edition collection will feature watches made in gold and platinum. One functional prototype will be presented at Baselworld 2006, and a pre-series of the first ten watches is expected by the end of 2006. The designer Jean-François Ruchonnet also intends to create a third piece which is totally innovative and dedicated to Air and aviation.
Os cintos de castidade estão de volta? Se depender do designer italiano Lucio Valentini, a resposta é positiva. Nesta segunda-feira, uma modelo exibiu a versão feminina da peça confeccionada pelo artista na cidade de Gubbio, na região central italiana.
Na época medieval, o cinto de castidade era um contraceptivo metálico ajustado ao corpo da mulher e trancado à chave pelo marido ou amante desconfiado.
O acessório confeccionado por Valentini trata-se apenas de uma reprodução dos originais e não está à venda, apenas faz parte da coleção pessoal do artista.
Lucio Valentini é conhecido por produzir peças, roupas e acessórios medievais para filmes, museus e personalidades em todo o mundo.
Pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, Estados Unidos, criaram um novo robô que se equilibra sobre uma bola, ao invés das tradicionais rodas ou pernas. Batizado de "Ballbot" (robô-bola), o novo robô é alto, praticamente com a estatura de uma pessoa, e foi projetado justamente para funcionar em ambientes com muita gente, como escritórios e lojas.
O Ballbot é autônomo, funciona a bateria e é omnidirecional - ele é capaz de se virar instantaneamente em qualquer direção. Ele se movimenta sobre uma esfera metálica recoberta com o polímero uretano - como uma esfera daquelas utilizadas nos mouses mais antigos, só que bem maior. Na verdade, seu mecanismo de equilíbrio funciona exatamente como um mouse ao contrário - ao invés da esfera movimentar os roletes, são os roletes - dotados de motores elétricos - que movimentam a esfera.
Para facilitar a movimentação do robô em ambientes estreitos e pequenos, como os encontrados em escritórios, os engenheiros preferiram fazer com que ele crescesse para cima. Uma solução interessante, já que a maioria dos robôs- assistentes é bem "gordinha" e não cabe em qualquer espaço.
Ralph Hollis, o criador do Ballbot, é o maior defensor do conceito de robôs- assistentes dinamicamente estáveis - em contraposição aos robôs estáticos, que se firmam sobre três ou mais rodas. A necessidade de uma plataforma ampla o suficiente para acomodar as rodas e dar estabilidade ao robô acaba por tirar muito de sua mobilidade.
"Nós queremos criar um robô que possa manobrar facilmente e que seja alto o suficiente para olhar você em seus olhos," (sic) diz Hollis.
O robô-bola tem um computador que processa continuamente as informações de vários sensores de posição, acionando rotores que movimentam a bola em passos mínimos, mantendo o robô sempre em equilíbio. É praticamente impossível perceber qualquer balanço quando o robô está parado ou mesmo se movimentando.
Para os períodos nos quais o robô-bola vai ficar parado por um longo tempo, ele possui três pequenas pernas retráteis. Acionando-as, ele pode desligar o seu sistema de equilíbio dinâmico, poupando suas baterias.
Se você é chegado à um Cubo de Rubick talvez queira experimentar a ISIS Adventure Puzzle Ball.
Criada manualmente em uma liga de metal, cada Isis Ball é única e possui um código de abertura único, que deve ser aberto explorando-se os hieróglifos que cobrem a bola e com dicas no web site do jogo.
Uma vez aberta (o que pode nunca acontecer...) a bola revela uma chave que abre uma pirâmide dourada, escondida em algum lugar na inglaterra, com moedas de ouro e prata que somam mais que 500 libras (cerca de 2.500 lulas ou R$2.500).
Em Bagdá, no Iraque, a 5 de novembro de 2006, Saddam Hussein foi condenado à forca pelo tribunal que julgou os crimes cometidos pelo regime ditatorial que ele comandou durante 24 anos, entre 1979 e 2004. Saddam já havia declarado que preferia o pelotão de fuzilamento, para morrer como um militar.
Nações e entidades contrárias à pena de morte - como a União Européia, o Vaticano e a ONU - já se manifestaram contra a sentença e a defesa do ex-ditador pretende recorrer, de modo a alterá-la para a prisão perpétua.
A pena de morte é um tema altamente polêmico e não é este o espaço adequado para discuti-lo. Por outro lado, a forca levanta algumas questões de caráter técnico e histórico que não deixam de ser curiosas e merecem esclarecimento.
Pode-se começar pelo fim, lançando uma questão mórbida, mas essencial: você sabe como morre um enforcado? A morte por enforcamento pode ocorrer de várias maneiras. Quando se trata de uma execução judicial, o conhecimento médico-científico procura apressá-la e diminuir o sofrimento do condenado.
Fratura do enforcado Desse modo, o tamanho da corda, a pressão do nó, o peso da vítima e o impacto que seu pescoço sofrerá no momento em que ele for executado são calculados de modo que a morte ocorra pela quebra das vértebras da coluna cervical (conhecida como "fratura do enforcado") e a secção da medula espinal, o que provoca parada respiratória.
Isso garante uma morte relativamente rápida, o que nem sempre ocorre em enforcamentos "amadores", em especial nos casos de suicídio. Por desconhecer o método correto ou usar material inadequado, o suicida pode ter uma agonia prolongada, que decorre, em geral, de asfixia ou da obstrução do fluxo sangüíneo para o cérebro.
Pode ser difícil de acreditar, mas, além do Iraque, a execução pela forca ainda é prevista no código penal de quatro países (Índia, Irã, Cingapura e Japão) e por dois Estados norte-americanos (Washington e New Hampshire). Nos Estados Unidos, porém, o último enforcamento ocorreu em 1996, no Delaware, que a partir daí substituiu a forca pela injeção letal. No Japão, atualmente, há 88 prisioneiros à espera da pena capital.
O Brasil e a pena de morte Oficialmente, a pena de morte por enforcamento foi abolida no Brasil pelo Código Penal de 1890 e a Constituição de 1891. No entanto, a forca já não era usada por aqui desde 1855, quando ocorreu a execução de Manuel Mota Coqueiro. Como sua inocência ficou provada posteriormente, o imperador Pedro 2o houve por bem, a partir daí, comutar todas as penas de morte em prisão perpétua nas galés (embarcações movidas a remo pelos condenados).
Mas, note, está-se falando de forca e não de pena de morte. Esta permaneceu presente nas Constituições brasileiras de 1891 e 1934, embora expressamente voltada para questões militares, em tempo de guerra. Com a Constituição ditatorial do Estado Novo (1937), a pena de morte voltou a vigorar para defender a segurança do estado. Foi abolida com a Constituição de 1946 e reintroduzida por decreto da ditadura militar, em 1969, para crimes contra a Segurança Nacional.
Novamente abolida, antes do fim da ditadura, em 1978, a pena de morte foi terminantemente proibida pela Constituição ora em vigor, com exceção de crimes militares em tempos de guerra. Trata-se de uma "cláusula pétrea", isto é, que não pode ser alterada.
Suplício e morte "mais humana" De volta aos patíbulos, não se pode deixar de lembrar que Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) foi enforcado em 21 de abril de 1792, por conspirar pela Independência brasileira. O mesmo destino teria sofrido frei Caneca (Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca), mentor da Revolução Pernambucana (1817) e integrante da Confederação do Equador (1824). No entanto, nenhum carrasco aceitou executá-lo, sendo sua pena comutada para fuzilamento, em 13 de janeiro de 1825.
Mais uma vez deixando de lado o mérito da questão pena de morte, convém lembrar que somente a partir do fim do século 18, com o movimento iluminista, as autoridades jurídicas e políciais passaram a se preocupar em executar os condenados de maneira mais "humana".
Antes disso, como demonstrou o filósofo e historiador Michel Foucault (1926-1984), na obra "Vigiar e Punir", as mortes tinham o caráter de um espetáculo ameaçador e aterrorizante. O livro citado abre com a narrativa pormenorizada de um esquartejamento de um prisioneiro vivo, realizado em Paris em 1757. Mas não se devem esquecer as crucificações romanas, muito anteriores a Cristo, e as fogueiras nada cristãs da Santa Inquisição no século 16.
Garrote vil e guilhotina Na Espanha franquista (1939-1975), um instrumento empregado para a pena capital era o garrote vil, uma espécie de torniquete que era colocado no pescoço do condenado, e girado até que seus ossos se partissem ou ele fosse sufocado. Os carrascos especializados no garrote vil se gabavam de poder prolongar a agonia de uma vítima em até 45 minutos.
Em prol de uma morte ligeira e indolor, o médico Joseph Ignace Guillotin (1738-1814) inventou a célebre guilhotina, mas não morreu guilhotinado, ao contrário do que muita gente pensa. A forca, empregada de modo técnico, foi considerada uma sucessora "mais humana" para a guilhotina. Posteriormente, optou-se pela cadeira elétrica e a câmara de gás.
Injeção letal Atualmente, o método de execução considerado mais "humano" é a injeção letal, empregada em 38 Estados norte-americanos (mesmo em Washington e New Hampshire os condenados podem optar por ela). Trata-se de uma injeção intravenosa de três substâncias: o tiopentato de sódio, que é um anestésico; o brometo de pancurônio, que paralisa o diafragma e os pulmões; e o cloreto de potássio, que provoca parada cardíaca.
Estatisticamente, a injeção letal é rápida, pois a morte ocorre em cerca de três minutos. Quem já experimentou qualquer sofrimento, porém, sabe como um minuto pode parecer uma eternidade. Fala-se ainda em condenados que levaram até 15 minutos para ser declarados clinicamente mortos.
Por fim, nas palavras de Shakespeare, a morte é a "terra da qual viajante nenhum jamais retornou". Desse modo, é humanamente impossível afirmar que a injeção letal é completamente indolor. Trata-se de uma suposição de quem a aplica, e não de uma constatação de quem a recebe.
O piloto Gualter Salles se recupera bem do sério acidente sofrido no domingo na etapa de Buenos Aires da Stock Car. Com apenas uma lesão no braço (mas com hematomas por todo o corpo), depois que seu carro ficou destruído, Salles revelou que já pretende correr na próxima prova do campeonato - dia 19 de novembro, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Quem reparou que o pessoal do futebol resolveu comemorar gols imitando o sapo do Jajá (Welder Rodrigues) quando está enciumado da Juju (Adriana Nunes) do Zorra Total?
Primeiro foi no Palmeiras, no Santos e no Goiás, mas ninguém da imprensa deu bola. Mas quando o Vasco ganhou de virada do meu Flamengo, e o autor do terceiro gol ( Jean, ex flamenguista ) resolve mostrar que "tava doido, tava doido, tava doido" e a coisa explodiu.
Motorista Inventa Novo Jeito De Estacionar Em São Paulo
Motorista Inventa Novo Jeito De Estacionar Em São Paulo
Motorista inventa novo jeito de estacionar em São Paulo Motorista perde controle e faz carro subir em outro veículo em SP O condutor do veículo perdeu controle ao dar ré na saída de um estacionamento e "atropelou" um Gol no início da tarde de sábado na Rua Gabus Mendes, centro da capital.
Comissão no Senado analisa lei que obriga a identificação do usuário antes de operações de interatividade, como envio de e-mail
Bancos defendem projeto como forma de inibir crime cibernético; para especialista e provedores, proposta burocratiza uso da rede
ELVIRA LOBATO DA SUCURSAL DO RIO
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado votará, na próxima quarta-feira, um projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet antes de iniciarem qualquer operação que envolva interatividade, como envio de e-mails, conversas em salas de bate-papo, criação de blogs, captura de dados (como baixar músicas, filmes, imagens), entre outros. O acesso sem identificação prévia seria punido com reclusão de dois a quatro anos. Os provedores ficariam responsáveis pela veracidade dos dados cadastrais dos usuários e seriam sujeitos à mesma pena (reclusão de dois a quatro anos) se permitissem o acesso de usuários não-cadastrados. O texto é defendido pelos bancos e criticado por ONGs (Organizações Não-Governamentais), por provedores de acesso à internet e por advogados. Os usuários teriam de fornecer nome, endereço, número de telefone, da carteira de identidade e do CPF às companhias provedoras de acesso à internet, às quais caberia a tarefa de confirmar a veracidade das informações. O acesso só seria liberado após o provedor confirmar a identidade do usuário. Para isso, precisaria de cópias dos documentos dos internautas.
Críticas Os provedores de acesso à internet argumentam que o projeto vai burocratizar o uso da rede e que já é possível identificar os autores de cibercrimes, a partir do registro do IP (protocolo internet) utilizado pelos usuários quando fazem uma conexão. O número IP é uma espécie de digital deixada pelos internautas. A partir dele, chega-se ao computador e, por conseguinte, pode-se chegar a um criminoso. Maiores alvos do cibercrime, os bancos e os administradores de cartões de crédito querem a identificação prévia dos internautas. O diretor de Cartões e Negócios Eletrônicos da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Jair Scalco, diz que não adianta criar leis para punir as fraudes na internet se não houver a identificação obrigatória de todos os internautas. Ele defende que os registros de todas as conexões sejam preservados por pelo menos três anos. O projeto recebeu muitas críticas. "É uma tentativa extrema de resolver a criminalidade cibernética, que não surtirá efeito. O criminoso vai se conectar por meio de provedores no exterior, que não se submetem à legislação brasileira, ou usará laranjas [terceiros] e identidade falsa no Brasil", afirma o presidente da ONG Safernet (Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos), Thiago Tavares. A entidade é dirigida por professores da Universidade Federal da Bahia e da PUC daquele Estado. Para Tavares, o projeto, se aprovado, irá burocratizar e restringir o acesso das pessoas à internet. "Não se pode acabar com a rede, em nome da segurança, porque ela nasceu com a perspectiva de ser livre e trouxe conquistas muito grandes, como a liberdade de informação e de conexão", afirma. Para ele, os provedores tenderão a dificultar o acesso das pessoas à rede mundial de computadores, com medo de serem responsabilizados criminalmente por atos dos usuários.
Publicação dia 06/11/2006 pela Folha de São Paulo.
Fique de olho. Já tem gente desfilando pela cidade com um anel azul no dedo anular esquerdo. Nada de compromisso. O singelringen, como se chama, quer dizer que o portador pertence ao time dos solteiros. É símbolo de “descompromisso”. Daí o nome - em sueco, anel de solteiro.
O singelringen surgiu este ano em Estocolmo, depois que o empresário sueco Johan Wahlbäck, de 35 anos, leu um artigo sobre as pulseirinhas vendidas para levantar fundos a doentes de câncer que se alastraram pelo mundo. Inspirado, teve a idéia de identificar com um anel de acrílico turquesa a quantidade cada vez maior de solteiros por aí. No início, achava que só a família compraria, mas, com o sucesso, já sonha em vender nada menos que 1 milhão de peças. Por enquanto, está em 15 mil.
No site do singelringen, quem tem o anel pode se cadastrar e fazer parte de uma comunidade mundial, que oferece eventos, serviços e produtos para solteiros. Para facilitar a compra, gente não só do Brasil, mas da Coréia, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Holanda, Islândia, Itália, Noruega e Suécia, além de Estados Unidos, Japão e Reino Unido, têm à disposição informações em seus respectivos idiomas.
Uma curiosidade: debaixo do acrílico turquesa, o singelringen tem um aro de prata e um recorte em forma de meia-lua, para que o brilho do metal apareça. Também significa que o portador está aberto a novas amizades e, quando colocado lado a lado com outro anel, forma um círculo completo.