Se você é chegado à um Cubo de Rubick talvez queira experimentar a ISIS Adventure Puzzle Ball.
Criada manualmente em uma liga de metal, cada Isis Ball é única e possui um código de abertura único, que deve ser aberto explorando-se os hieróglifos que cobrem a bola e com dicas no web site do jogo.
Uma vez aberta (o que pode nunca acontecer...) a bola revela uma chave que abre uma pirâmide dourada, escondida em algum lugar na inglaterra, com moedas de ouro e prata que somam mais que 500 libras (cerca de 2.500 lulas ou R$2.500).
Em Bagdá, no Iraque, a 5 de novembro de 2006, Saddam Hussein foi condenado à forca pelo tribunal que julgou os crimes cometidos pelo regime ditatorial que ele comandou durante 24 anos, entre 1979 e 2004. Saddam já havia declarado que preferia o pelotão de fuzilamento, para morrer como um militar.
Nações e entidades contrárias à pena de morte - como a União Européia, o Vaticano e a ONU - já se manifestaram contra a sentença e a defesa do ex-ditador pretende recorrer, de modo a alterá-la para a prisão perpétua.
A pena de morte é um tema altamente polêmico e não é este o espaço adequado para discuti-lo. Por outro lado, a forca levanta algumas questões de caráter técnico e histórico que não deixam de ser curiosas e merecem esclarecimento.
Pode-se começar pelo fim, lançando uma questão mórbida, mas essencial: você sabe como morre um enforcado? A morte por enforcamento pode ocorrer de várias maneiras. Quando se trata de uma execução judicial, o conhecimento médico-científico procura apressá-la e diminuir o sofrimento do condenado.
Fratura do enforcado Desse modo, o tamanho da corda, a pressão do nó, o peso da vítima e o impacto que seu pescoço sofrerá no momento em que ele for executado são calculados de modo que a morte ocorra pela quebra das vértebras da coluna cervical (conhecida como "fratura do enforcado") e a secção da medula espinal, o que provoca parada respiratória.
Isso garante uma morte relativamente rápida, o que nem sempre ocorre em enforcamentos "amadores", em especial nos casos de suicídio. Por desconhecer o método correto ou usar material inadequado, o suicida pode ter uma agonia prolongada, que decorre, em geral, de asfixia ou da obstrução do fluxo sangüíneo para o cérebro.
Pode ser difícil de acreditar, mas, além do Iraque, a execução pela forca ainda é prevista no código penal de quatro países (Índia, Irã, Cingapura e Japão) e por dois Estados norte-americanos (Washington e New Hampshire). Nos Estados Unidos, porém, o último enforcamento ocorreu em 1996, no Delaware, que a partir daí substituiu a forca pela injeção letal. No Japão, atualmente, há 88 prisioneiros à espera da pena capital.
O Brasil e a pena de morte Oficialmente, a pena de morte por enforcamento foi abolida no Brasil pelo Código Penal de 1890 e a Constituição de 1891. No entanto, a forca já não era usada por aqui desde 1855, quando ocorreu a execução de Manuel Mota Coqueiro. Como sua inocência ficou provada posteriormente, o imperador Pedro 2o houve por bem, a partir daí, comutar todas as penas de morte em prisão perpétua nas galés (embarcações movidas a remo pelos condenados).
Mas, note, está-se falando de forca e não de pena de morte. Esta permaneceu presente nas Constituições brasileiras de 1891 e 1934, embora expressamente voltada para questões militares, em tempo de guerra. Com a Constituição ditatorial do Estado Novo (1937), a pena de morte voltou a vigorar para defender a segurança do estado. Foi abolida com a Constituição de 1946 e reintroduzida por decreto da ditadura militar, em 1969, para crimes contra a Segurança Nacional.
Novamente abolida, antes do fim da ditadura, em 1978, a pena de morte foi terminantemente proibida pela Constituição ora em vigor, com exceção de crimes militares em tempos de guerra. Trata-se de uma "cláusula pétrea", isto é, que não pode ser alterada.
Suplício e morte "mais humana" De volta aos patíbulos, não se pode deixar de lembrar que Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) foi enforcado em 21 de abril de 1792, por conspirar pela Independência brasileira. O mesmo destino teria sofrido frei Caneca (Joaquim do Amor Divino Rabelo Caneca), mentor da Revolução Pernambucana (1817) e integrante da Confederação do Equador (1824). No entanto, nenhum carrasco aceitou executá-lo, sendo sua pena comutada para fuzilamento, em 13 de janeiro de 1825.
Mais uma vez deixando de lado o mérito da questão pena de morte, convém lembrar que somente a partir do fim do século 18, com o movimento iluminista, as autoridades jurídicas e políciais passaram a se preocupar em executar os condenados de maneira mais "humana".
Antes disso, como demonstrou o filósofo e historiador Michel Foucault (1926-1984), na obra "Vigiar e Punir", as mortes tinham o caráter de um espetáculo ameaçador e aterrorizante. O livro citado abre com a narrativa pormenorizada de um esquartejamento de um prisioneiro vivo, realizado em Paris em 1757. Mas não se devem esquecer as crucificações romanas, muito anteriores a Cristo, e as fogueiras nada cristãs da Santa Inquisição no século 16.
Garrote vil e guilhotina Na Espanha franquista (1939-1975), um instrumento empregado para a pena capital era o garrote vil, uma espécie de torniquete que era colocado no pescoço do condenado, e girado até que seus ossos se partissem ou ele fosse sufocado. Os carrascos especializados no garrote vil se gabavam de poder prolongar a agonia de uma vítima em até 45 minutos.
Em prol de uma morte ligeira e indolor, o médico Joseph Ignace Guillotin (1738-1814) inventou a célebre guilhotina, mas não morreu guilhotinado, ao contrário do que muita gente pensa. A forca, empregada de modo técnico, foi considerada uma sucessora "mais humana" para a guilhotina. Posteriormente, optou-se pela cadeira elétrica e a câmara de gás.
Injeção letal Atualmente, o método de execução considerado mais "humano" é a injeção letal, empregada em 38 Estados norte-americanos (mesmo em Washington e New Hampshire os condenados podem optar por ela). Trata-se de uma injeção intravenosa de três substâncias: o tiopentato de sódio, que é um anestésico; o brometo de pancurônio, que paralisa o diafragma e os pulmões; e o cloreto de potássio, que provoca parada cardíaca.
Estatisticamente, a injeção letal é rápida, pois a morte ocorre em cerca de três minutos. Quem já experimentou qualquer sofrimento, porém, sabe como um minuto pode parecer uma eternidade. Fala-se ainda em condenados que levaram até 15 minutos para ser declarados clinicamente mortos.
Por fim, nas palavras de Shakespeare, a morte é a "terra da qual viajante nenhum jamais retornou". Desse modo, é humanamente impossível afirmar que a injeção letal é completamente indolor. Trata-se de uma suposição de quem a aplica, e não de uma constatação de quem a recebe.
COMUNICADO A TODOS OS FUNCIONÁRIOS COM RELAÇÃO ÀS FALTAS.
PROCEDIMENTOS ADOTADOS A PARTIR DE HOJE. FAVOR RESPEITAR!
DOENÇA:
Estar doente não é desculpa para não vir trabalhar. Nem um atestado médico é uma garantia de estar doente, pois se estava em condições de visitar um médico também podia ter vindo trabalhar.
MORTE NA FAMÍLIA:
Não tem desculpa. Não visitou quando estava vivo. Pelo morto não pode fazer mais nada, e os preparativos para o enterro podem ser feitos por outra pessoa. Se conseguir marcar o enterro para o fim da tarde, a empresa deixa-o, de boa vontade, sair meia hora mais cedo (isto se o trabalho estiver pronto...).
BODAS DE PRATA/OURO:
Para uma festa deste tipo não damos dias livres. Se estiver casado há 25 ou 50 anos com a mesma pessoa, fique feliz em poder vir trabalhar.
NASCIMENTO DE UM FILHO:
Por um erro desse tamanho não damos dias livres aos nossos trabalhadores (o erro foi seu).
E, além disso, você já teve o seu divertimento há 9 meses atrás.
ANIVERSÁRIO:
O fato de ter nascido não quer dizer que o tenha merecido. Por isso não damos o dia!
CIRURGIAS:
Cirurgias em nossos funcionários são proibidas, pois nós os contratamos como eles eram. A tiragem ou substituição de órgãos é contra o contrato de trabalho.
Grato, e um ótimo dia...
E claro, pode voltar a trabalhar porque já perdeu 3 minutos lendo este e-mail!
Você acha que colocar camisinha é broxante? Tirar da carteira, rasgar o plástico, melar a mão, descobrir o lado certo, torcer a ponta e desenrolar até o fim leva pouco tempo, mas às vezes é tempo suficiente para desanimar seu “amiguinho”.
Relaxe (mas não muito, senão não adianta nada), seus problemas acabaram! Pronto é uma camisinha plunct, plackt, zum. Veja o vídeo abaixo e aprenda como funciona.
No site original diz que o preço é o mesmo de uma camisinha normal, mas por enquanto só vende na África do Sul.
O piloto Gualter Salles se recupera bem do sério acidente sofrido no domingo na etapa de Buenos Aires da Stock Car. Com apenas uma lesão no braço (mas com hematomas por todo o corpo), depois que seu carro ficou destruído, Salles revelou que já pretende correr na próxima prova do campeonato - dia 19 de novembro, no Autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
The D'Vinci Forgiato Radurra wheels are made from polycarbonate and are totally transparent where one would expect to see spokes. The wheel on display featured 1.5-inch think polycarbonate, while the set installed on the Mercedes-Benz CLS had 2-inch thick polycarobonate. Each wheel costs $2,000, which is a bargain compared to the $250k you need to cough up roll on just one Asanti rim. You'll need the extra dough, though, to keep these clear wheels clean of brake dust.
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É isso mesmo pessoal! Site onde você pode assistir ONLINE todos os episódios de South Park, em inglês. O site apenas linka você para sites como o Daily Motion (Youtube da vida), facilitando o trabalho de procurar episódio por episódio.
Quem reparou que o pessoal do futebol resolveu comemorar gols imitando o sapo do Jajá (Welder Rodrigues) quando está enciumado da Juju (Adriana Nunes) do Zorra Total?
Primeiro foi no Palmeiras, no Santos e no Goiás, mas ninguém da imprensa deu bola. Mas quando o Vasco ganhou de virada do meu Flamengo, e o autor do terceiro gol ( Jean, ex flamenguista ) resolve mostrar que "tava doido, tava doido, tava doido" e a coisa explodiu.
Motorista Inventa Novo Jeito De Estacionar Em São Paulo
Motorista Inventa Novo Jeito De Estacionar Em São Paulo
Motorista inventa novo jeito de estacionar em São Paulo Motorista perde controle e faz carro subir em outro veículo em SP O condutor do veículo perdeu controle ao dar ré na saída de um estacionamento e "atropelou" um Gol no início da tarde de sábado na Rua Gabus Mendes, centro da capital.
Que time é teu? O adversário quer que você diga o nome de um time. Quando você responder "Vasco" (ou qualquer time inferior), ele vai rir e dizer para todo mundo que o time inteiro do Flamengo "te meteu". Conseguiu entender a relação entre "time é teu" e "te meteu"? Sim, a pronúncia deixa tudo muito confuso. Mas há uma saída. Basta você responder: "Bateu na trave entrou no teu". Normalmente, os outros colegas que estão por perto e ouvem isso chegam a urrar para saudar a inteligência da resposta. Agora você terá direito de bater no garoto mais bobo do grupo. Você está num navio com seu cachorrinho chamado Nabunda. O barco afunda.
Você leva Nabunda ou deixa Nabunda? Aqui, seu colega acha que te encurralou bonito. Não há escapatória! Você vai acabar dizendo que leva ou deixa na bunda. No momento de angústia, você pode até dizer que "leva Nabunda" pensando que levar é melhor que deixar, já que quem deixa está gostando. Mas calma, aí! Há um jeito de sair por cima! A resposta certa é "Nabunda nada". Diga essa frase com calma, explicando que o cachorro é inteligente e sabe nadar. O resto da turma vai ter certeza de que você é o cara mais esperto entre eles e você terá, automaticamente, autorização para pegar a irmã de qualquer um deles. Você pinta como eu pinto? Essa pergunta é bem velha, do tempo em que chamavam os órgãos sexuais masculinos de pinto. Mas ainda há vítimas para ela. Preste atenção na hora de responder. Na verdade, seu amigo está tentando ludibria-lo, perguntando se você brinca com o pênis dele. O truque está na semelhança fonética com a frase "
Você pinta com o meu pinto?". A resposta é simples: "Não. Não pinto com broxa". Desse modo você nega que usa o pênis dele e ainda insinua que ele não tem vigor sexual. Como? Reparem que broxa, além de ser aquele instrumento usado por pintores de parede é também um dos sinônimos para impotente. Pode usar sem problemas. É muito eficaz. Seus amigos vão ficar tão admirados contigo que jamais vão marcar um encontro para um dia que você não puder comparecer.
Comissão no Senado analisa lei que obriga a identificação do usuário antes de operações de interatividade, como envio de e-mail
Bancos defendem projeto como forma de inibir crime cibernético; para especialista e provedores, proposta burocratiza uso da rede
ELVIRA LOBATO DA SUCURSAL DO RIO
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado votará, na próxima quarta-feira, um projeto de lei que obriga a identificação dos usuários da internet antes de iniciarem qualquer operação que envolva interatividade, como envio de e-mails, conversas em salas de bate-papo, criação de blogs, captura de dados (como baixar músicas, filmes, imagens), entre outros. O acesso sem identificação prévia seria punido com reclusão de dois a quatro anos. Os provedores ficariam responsáveis pela veracidade dos dados cadastrais dos usuários e seriam sujeitos à mesma pena (reclusão de dois a quatro anos) se permitissem o acesso de usuários não-cadastrados. O texto é defendido pelos bancos e criticado por ONGs (Organizações Não-Governamentais), por provedores de acesso à internet e por advogados. Os usuários teriam de fornecer nome, endereço, número de telefone, da carteira de identidade e do CPF às companhias provedoras de acesso à internet, às quais caberia a tarefa de confirmar a veracidade das informações. O acesso só seria liberado após o provedor confirmar a identidade do usuário. Para isso, precisaria de cópias dos documentos dos internautas.
Críticas Os provedores de acesso à internet argumentam que o projeto vai burocratizar o uso da rede e que já é possível identificar os autores de cibercrimes, a partir do registro do IP (protocolo internet) utilizado pelos usuários quando fazem uma conexão. O número IP é uma espécie de digital deixada pelos internautas. A partir dele, chega-se ao computador e, por conseguinte, pode-se chegar a um criminoso. Maiores alvos do cibercrime, os bancos e os administradores de cartões de crédito querem a identificação prévia dos internautas. O diretor de Cartões e Negócios Eletrônicos da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Jair Scalco, diz que não adianta criar leis para punir as fraudes na internet se não houver a identificação obrigatória de todos os internautas. Ele defende que os registros de todas as conexões sejam preservados por pelo menos três anos. O projeto recebeu muitas críticas. "É uma tentativa extrema de resolver a criminalidade cibernética, que não surtirá efeito. O criminoso vai se conectar por meio de provedores no exterior, que não se submetem à legislação brasileira, ou usará laranjas [terceiros] e identidade falsa no Brasil", afirma o presidente da ONG Safernet (Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos), Thiago Tavares. A entidade é dirigida por professores da Universidade Federal da Bahia e da PUC daquele Estado. Para Tavares, o projeto, se aprovado, irá burocratizar e restringir o acesso das pessoas à internet. "Não se pode acabar com a rede, em nome da segurança, porque ela nasceu com a perspectiva de ser livre e trouxe conquistas muito grandes, como a liberdade de informação e de conexão", afirma. Para ele, os provedores tenderão a dificultar o acesso das pessoas à rede mundial de computadores, com medo de serem responsabilizados criminalmente por atos dos usuários.
Publicação dia 06/11/2006 pela Folha de São Paulo.
- Não, laranja tem açúcar e sou diabético. Depois de ter oferecido tudo ele nada aceitar, ela avacalha:
- E o que o senhor acha de uma pinga?
Ele, sacando que ela estava curtindo com sua cara, respondeu:
- Não, pinga vem da cana, cana tem açúcar e sou diabético.
- Sendo assim, de que forma eu poderia atendê-lo para o senhor
Sair satisfeito de nosso vôo?
Ele se ergue e fala no ouvido dela :
- Eu quero seu rabo. Ela, com a maior cara de espanto, responde:
- Mas o senhor é um velho muito atrevido, safado, vou contar ao Comandante e ele tomará uma atitude! E ela foi na cabine de comando e reclamou:
- Comandante, aquele senhor da poltrona 2 disse que queria meu rabo. E eu fui gentil com ele, ofereci-lhe tudo que havia para comer, etc, etc...
E agora? O que faremos com aquele velho filho da puta?
- Bom, eu sugiro que você volte lá e dê seu rabo... Afinal, ele é o dono da Companhia, é genioso e nosso emprego está nas suas mãos, ou melhor dizendo, no seu rabo.
E tanto o comandante como o co-piloto gritaram-lhe:
- Confiamos em você!!! Ela voltou cabisbaixa e disse para o velho:
- Senhor, vamos lá pro fundo do avião que eu lhe darei o que me pediu.
E ele respondeu-lhe:
- Agora eu não quero mais.
- Como? Eu faço questão de dar...
- Agora é tarde. Você fez cú doce e sou diabético...
A noiva obesa que não toma vergonha na cara nem na hora da cerimônia!
Não aguenta a noiva.......não carrega, pô!
Matem o estilista por favor: Decote "guerreiro" que quase não aguenta o peso das maminhas; terno cafonérrimo do noivo e... Matem também o maquiador!! Olha a olheira do malandro!
Nessa foto o noivo deve ter ficado uma "ARARA" quando a revelou: Um pouco de flash não cai mal a ninguém...
A fobia dos germes no Japão não deixa escapar nem os noivos.
Beleza de calçado para uma cerimônia!
O Padre: _ "agora me dê o dedo para que o noivo coloque a aliança..."
EHHHH manguáça!
Noivo com cara de côrno: Isso é que dá pedir ajuda a estranhos...
Treinando a boquinha para a lua de mel...
Entrando numa gelada literalmente!
Noiva: _"Aqui na sua cara oh, se der em cima do Alfredo agora!"